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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Temos que cuidar...

Nós como ministros, temos o dever de manter nossas Igrejas e congregações espiritualmente equilibradas. Temos que sempre estar de olho aberto para que não haja exageros de nenhum dos lados e em nenhum aspecto! Na verdade, em Deus não há exageros e tudo que é feito para ele, com coração sincero não deve ser criticado... porém, as vezes as coisas fogem do controle (é nessa hora que o Ministério tem que agir). Não podemos permitir a frieza espiritual entrar e também não podemos permitir o “carnaval” da carne operar. Já me acusaram e acusaram a nossa Igreja em Campinas de fazer um “show” no louvar a Deus! E realmente, nesses anos todos, talvez tenha havido um exagero ou outro por parte de alguém (e é por isso que Deus me colocou aqui, para manter as coisas em ordem – e tenho tentado fazer isso!), mas não podemos generalizar, até porque quem fez esse comentário, o fez motivado por outros sentimentos nada espirituais. Veja bem, o nosso louvor envolve a carne... não tem como louvar a Deus só no espírito sem envolver o corpo (não existe louvor de telepatia)! Nosso louvor é um “sacrifício vivo” na presença de Deus. Também não podemos esperar só quando “sentimos de louvar a Deus”... para louvar a Deus (nossos sentimentos são muito vulneráveis). Louvor é sacrifício... primeiro a carne é colocada no altar, depois vem o fogo que o consome! O desafio é não ficar só na carne!!! Não podemos ter cultos onde o louvor é bagunçado... onde a carne faz o seu show (por outro lado, não podemos permitir cultos “mortos” aonde nada acontece- viu só como é difícil!). Veja bem, se um pecador entra na Igreja e olha o louvor da Igreja e não sente nada, ele irá dizer que somos um “bando de loucos”! Por outro lado, se ele entrar e não ver nada e não sentir nada, ele não será impactado (estou tentando mostrar os dois lados da coisa). Ai surge a pergunta o qual eu não vou responder! Coreografia na Igreja é de Deus ou dos homens? “Trenzinhos de corre-corre ou bate-bate, é de Deus ou dos Homens? (e eu poderia citar outras coisas também como hinos na versão de musicas mundanas???) Temos que cuidar de tudo isso! NÃO PODEMOS VIRAR UMA IGREJA CARNAL! Não podemos perder o nosso lado “Pentecostal”: bater palmas, correr, pular, chorar, gritar, dançar e tudo mais!!! Essa é a nossa identidade! Somos isso... Tem muita Igreja que na placa está escrito “Pentecostal” mas dentro dela não há nada de “Pentecostes”. Por outro lado (lá vai eu mais um vez, tentando mostrar os dois lados) não podemos nos tornar uma Igreja “Bagunçal”. Temos que ter cuidado no abordar esse assunto, pois o “tiro pode sair pela culatra”, ou seja, pessoas podem usar esse debate para criticar pessoas sinceras que tem um “jeito diferente de louvar a Deus”. O que eu digo sobre isso é: “se o camarada está fazendo o que está fazendo motivado por um sentimento sincero e puro, ninguém o deve criticar – não seja como Mical filha de Saul"! Eu sou Pentecostal até o ultimo fio de cabelo... Nasci no fogo! Luto para manter esse fogo acesso... então não me interprete mal em minhas palavras! Só vamos ter o cuidado em não deixar a gôndola pender para nenhum um dos lados! Vamos manter o equilíbrio!
Alguém me mandou esse vídeo do YouTube (não sou muito fã do YouTube) mas esse vídeo me chamou a atenção. Esse vídeo foi gravado numa Igreja (NÃO APOSTÓLICA), mas retrata um pouco do que estou falando. Não vou interpretar o vídeo, deixo isso para você fazer! Também não estou julgando o vídeo... olhe, ore e pense! (note o homem no tanque de batismo!)
Robert Cleveland Lambeth

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