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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Bom e o Ruim...

Quem é o “pai bom ou o pai ruim”? Quem é o “professor bom ou o professor ruim”? Quem é o “amigo bom ou o amigo ruim”? Quem é o “Pastor bom ou o Pastor ruim”? Perguntas, perguntas e mais perguntas! Eu descobri, que a resposta para essas perguntas mudam, de acordo com o tempo! Quando somos crianças ou adolescentes, pensamos que o "Pai bom", é aquele que concorda com tudo, que não impõe nada, o Pai que sempre diz sim! Contudo, ao passar o tempo, descobrimos que o nosso caráter é falho, e que em nós há ausência de alguns valores, que só seriam implantadas em nós, pelo “Pai ruim” (aquele que dizia “não” quando queríamos ouvir um “sim”!). O "professor bom" é aquele que “aprova” todo mundo? Que não exige nada? Com certeza, esse é o professor mais popular da escola! Até o dia em que você vai prestar um vestibular e descobre que o “professor bom” não te preparou para aquele desafio! O "amigo bom", é aquele que diz o que queremos ouvir, ou o que diz o que precisamos ouvir??? Você decide. E o Pastor... qual é o “bom” e qual é o “ruim”? Novamente, essa opinião muda com o passar do tempo! Em certas fases da vida, pensamos que o "Pastor bom", é aquele “popular”, "brincalhão", que "prega bem – (mas não prega “nada")”, até que vem o inimigo, as lutas e descobrimos que não estamos preparados para vencermos aquela situação! Não sou contra “Pastores populares ou alegres e brincalhões”, afinal de contas, me considero um deles, mas por outro lado, precisamos de homens que tem a visão de Deus e que nos falam a verdade, e que expõe a vontade de Deus, clara e objetiva, para a nossa vida! Pastor bom, não é aquele que sempre fala o que queremos ouvir... as vezes, precisamos de alguém que fala o que precisamos ouvir! Nossa carne é indomável, sem a ajuda de Deus, e de um homem de Deus que impõe os limites divinos em nossa vida! Queremos alguém que nos bajula, ou que fala a verdade? Queremos alguém que só passa a mão “por cima” de nós, ou alguém que nos corrige (com amor, é claro!). O triste da história, será no dia do juízo, onde alguns descobrirão (tarde demais), que o Pastor “bom” ... na verdade era “ruim”!
Robert Lambeth

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